Você não é fluente até que você entenda a cultura

Not Fluent Until You Understand the CultureTudo o que você sabe sobre inglês é errado.

Você tem negligenciado um importante componente nos seus estudos de linguagem durante os últimos anos e isto está afetando sua habilidade de falar inglês [F1] corretamente.

Até que resolva este problema, inglês vai continuar sendo uma língua estrangeira para você e nunca vai se tornar uma segunda língua.

A linguagem não é suficiente

Deixe-me contar uma história sobre um americano chamado Sean.

Sean pretendia viajar ao Brasil para negócios e começou a estudar português. Após três meses de estudo, ele faz sua primeira viagem ao país.

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Seu português é muito bom para alguém que só estudou por três meses. Ele tem um nível de vocabulário que surpreende seus amigos. Sua pronúncia também é surpreendentemente boa. Brasileiros acham fácil de entendê-lo.

No entanto, algo estranho acontecia quando ele conversava com os seus amigos. Sean é um bom ouvinte e, muitas vezes, demonstra entendimento dizendo coisas como, “I see”e “right”. Estas palavras parecem simples de serem traduzidas, de modo que Sean começou a dizer: “Vejo” e “Direita” para mostrar que compreendia os amigos, que, por sua vez, achavam estranho ele dizer essas coisas, mas atribuemam ao fato dele ser estrangeiro.

Um dia, Sean reuniu-se com uma executiva com quem sua empresa fazia negócios. Depois das apresentações, a mulher começou a explicar que tipo de serviços sua companhia oferece. Para mostrar que entendia o que estava sendo dito, Sean disse “I gotcha”, mas traduzido como “Te pego.” A executiva, uma mulher casada, ficou chocada que ele pudesse dizer algo assim.

Felizmente para Sean havia alguém ali que entendia o que ele queria dizer e que foi capazes de explicar a situação. Mas e se não houvesse ninguém lá para esclarecer esta diferença de cultura? Como o mal-entendido cross-cultural seria resolvido?

Histórias como essas acontecem o tempo todo. Os alunos aprendem línguas estrangeiras na escola ou por elas próprias de uma forma que é estéril de cultura. Sem entender a cultura que está dentro da língua não se pode dizer que se é fluente nessa língua.

Pense em uma linguagem como uma ferramenta que precisa de ser plugada. Para que funcione corretamente, você deve colocá-la na tomada certa. Diferentes países têm diferentes pontos, então você vai precisar de um adaptador para que ela funcione corretamente. Se você tentar colocá-la na tomada errada, o aparelho pode explodir.

Infelizmente, muitas pessoas aprendem línguas pensando que eles podem conectar seu instrumento em qualquer tomada, só para descobrir mais tarde que eles precisam de um adaptador. A fim de ser entendido, você precisa ter o adaptador correto. Você precisa adequar a sua linguagem à cultura que você está falando, e não achar que a maneira que você fala no seu país vai funcionar no exterior.

O que eu preciso mudar?

A primeira coisa de que você precisa estar ciente são as diferentes maneiras que as pessoas se cumprimentam. É quase um ritual, com muitas maneiras de ser feito. Você nunca vai ofender ninguém dizendo “Hello”, mas você não vai impressioná-los também. Em inglês, existem dezenas de maneiras de cumprimentar alguém, que vão desde o informal “What’s crackin’?” até o mais formal “How’ve you been?”

A despedida é a outra parte desse ritual. Dependendo do relacionamento que se tem com a pessoa, e quando você pretende vê-la de novo, você terá que variar sua abordagem. Ao dizer adeus a um amigo que você pode dizer, “Catch you later bro “, ou, caso queira ser mais formal, pode-se dizer: “I wish you the best.”

Cumprimentos e despedidas são importantes para falar, porque cada interação entre pessoas tem. [F2] Mas e quanto ao resto da conversa? É importante perceber que diferentes culturas têm diferentes estilos de comunicação. Em geral, os americanos são muito diretos e vão direto ao ponto da conversa. Eles tendem a estar menos preocupados com a construção de uma relação pessoal e mais preocupados em saber a capacidade que a pessoa possuí para fazer o trabalho.

Para os brasileiros, essa abordagem é bem diferente e pode parecer um pouco estranha. A maioria não vai fazer negócio com uma pessoa com quem eles não têm um relacionamento pessoal, e vai gastar uma reunião inteira apenas começando a conhecer alguém sem falar sobre o negócio. Os brasileiros também tendem a serem indiretos em seu estilo de comunicação. Em vez de perguntar diretamente sobre algo, vão contar uma história que explica porque eles precisam de tal coisa, e daí, suavemente, perguntar o que querem saber. .

O estilo que cada cultura tem para a comunicação não as torna melhor ou pior isso significa apenas que são diferentes. É importante reconhecer, aceitar e estar aberto às diferenças. Para entender completamente uma língua, você precisa não só compreender as palavras que são usadas, mas as emoções por trás delas. Não é o suficiente aprender por um livro e esperar ser capaz de comunicar-se eficazmente com os falantes dessa língua. Há costumes e rituais que têm que ser aprendidos e mentalidades que devem ser compreendidas.

A única maneira de aprender sobre as diferenças entre culturas é expondo-se a elas. Estudar no exterior, tirar férias nem um outro país, fazer amizade com estrangeiros em sua cidade são boas maneiras. Não tenha medo de envergonhar a si mesmo, faz parte do processo e você será capaz de rir sobre isso mais tarde!

Quais mal-entendidos culturais você vivenciou durante uma viagem?

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