myths vs factsApós seis anos morando, viajando ensinando inglês e aprendendo Espanhol e Português na América Latina, ainda não parei de me fazer a grande pergunta que gere a indústria do aprendizado do inglês:

O que é fluência e qual a melhor maneira de ensiná-la e de aprendê-la? 

Depois de um mês viajando pelo México e tentando aprender espanhol, percebi que a maioria das minhas atitudes e crenças com relação à fluência e ao aprendizado de uma língua estavam erradas. Tais crenças eram geradas por atitudes populares errôneas e por pessoas que sabiam muito pouco sobre como atingir fluência.

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Essas pessoas não estavam somente erradas como também tinham ideias contra produtivas com relação ao meu processo de aprendizado de linguagem. Logo, me deixavam frustrado, confuso e estagnado. Eu percebi que meu sucesso tanto como professor quanto como aprendiz de línguas dependeria de mim mesmo ao abrir minha cabeça e desenvolver uma nova perspectiva.

Separar ficção de realidade foi a primeira coisa que aprendi como professor de inglês e como aprendiz de línguas. Isso quer dizer que tive que abandonar minhas ideias falsas que já não serviam mais para mim ou para meus alunos.

“A peça principal de um aprendizado para a vida é desaprender o que não é verdadeiro.” -Antisthenes

No inglês, assim como em qualquer outra disciplina, se você tem crenças incorretas (ou mitos), a estrada para a fluência será inevitavelmente mais longa, árdua, chata e pode resultar em fracasso.

Para alunos realmente motivados, a parte mais difícil do sucesso não é o trabalho duro (como a maioria das pessoas presume). Mais ainda é a questão dos métodos mais habilidosos, da autoconsciência e, do que iremos discutir hoje, que consiste em DESAPRENDER OS MITOS que nos ensinaram durante toda a vida.

Oito Mitos sobre a Fluência no Inglês é fruto do meu próprio processo de aprendizagem e como professor de línguas. (Esta é a primeira parte de uma série que contém duas)

1. Pessoas fluentes não cometem erros

Conselho: Relaxe e cometa muitos erros: Comunicação é mais importante da gramática

Há um ideário comum de que a fluência é uma terra mágica onde a gramática é perfeita, a pronúncia é igual à nativa e a comunicação é totalmente desobstruída.

A verdade é que fluência não é nada disso. Pouquíssimas pessoas, incluindo nativos da língua, falam respeitando a gramática perfeitamente. Ainda, quase que 99.9% das pessoas que aprendem inglês como uma segunda língua terão algum sotaque derivado da sua língua nativa. Aprenda a aceitar esse fato e não torne isso um problema. Você pode trabalhar para que o sotaque seja mais suave, mas ele é uma marca da sua identidade cultura, ou seja, não é uma característica ruim.

Bons aprendizes de línguas aprendem a se comunicar primeiro (ou ao mesmo tempo em que aprendem gramática), e trabalham questões gramaticais e de pronúncia paralelamente, ou mesmo depois. Erros certamente ocorrerão durante uma conversa, mas isto é o caminho para a fluência. Um bebê não aprende a andar engatinhando. Ele cai diversas vezes.

2. A fluência é atingida quando se aprende toda a gramática

Conselho: Você deveria cultivar passos para a fluência desde o início

Outra visão popular errônea, que está diretamente conectada ao primeiro mito, é a ideia de que fluência é uma realidade distante, que você só irá atingir quando tiver aprendido gramática o suficiente.

Não há problemas em esperar atingir fluência ou grandes avanços gramaticais no futuro. Isso acontecerá com estudo e muito esforço, mas você pode começar agora a alcançar pequenos passos de fluência a cada dia. Teoria e prática devem caminhar lado a lado durante todo o processo. Se você não está aprendendo a usar a gramática que está estudando agora, você provavelmente irá esquecê-la no futuro.

Aprendizes de sucesso são capazes de cultivar a fluência desde o início em certas situações. Se só o que você sabe até o momento é se apresentar em inglês, aprenda a fazê-lo com confiança através de muita prática. Faça-o com quem quer que seja, a qualquer hora, em qualquer lugar. Aprenda situações básicas de sobrevivência em inglês, como dizer “Olá” e “Tchau”, e comece a pensar em suas lições de gramática e como você pode aplicá-las no dia seguinte.

Com essas atitudes, você poderá esperar uma mudança considerável em seu comportamento, o que te ajudará com todo o resto. São passos de fluência que não irão desaparecer com o tempo. É quase como se você estivesse escrevendo o roteiro de uma peça em que você irá atuar infinitas vezes.

Cada situação possui uma oportunidade para a fluência e a primeira coisa em que você deveria manter o foco são as situações do dia-a-dia. A fluência não é somente um plano abstrato a longo termo, mas uma oportunidade diária que você pode cultivar a todo momento.

Quanto mais você conseguir encontrar oportunidades reais do cotidiano, tais como a Comunidade do Real Life English, fazendo com que o inglês seja parte do seu estilo de vida, mais fácil e mais interessante será a sua experiência.

3. Você deve estudar fora/ estar imerso na cultura para tornar-se fluente

Conselho: Faça do seu estilo de vida uma constante imersão em inglês

 

Um programa de estudos fora para o aprendizado do inglês pode ser uma experiência excelente. Pode te ajudar muito com a fluência e ser um grande lazer para a sua vida. No entanto, uma viagem de estudos no exterior não é uma pílula mágica para seus fracassos em casa nem uma necessidade para atingir fluência.

Tal como discutimos no Blog RealLife English Exchange, existem muitas pessoas que acreditam ser esta a solução para seus problemas com o inglês. Essas pessoas normalmente compram o mito, gastam muito tempo e dinheiro e acabam voltando desapontadas por não terem aprendido muito a língua.

Se você tem o tempo e os recursos e se considera um aprendiz autodidata, eu recomendaria a você que viajasse como mochileiro. Dessa forma, enquanto viaja, você pode encontrar escolas ou programas para aprender inglês independentes. Nada é melhor do que aventuras significativamente culturais que irão te garantir oportunidades de interação social e linguística. Se você quiser falar inglês de todos os tipos, talvez seja uma boa ideia viajar sozinho ou com alguém de outro país que não o seu.

Ainda, se você não sair do seu próprio país, a fluência pode estar mais perto do que você pensa. Caso você se adapte a um estilo de vida que abarque o inglês em situações agradáveis e consistentes do seu dia-a-dia, você irá vivenciar sua vida através do inglês. Sendo assim, você nem precisaria estudar, uma vez que a língua é parte da sua vida e você a aproveitaria com entusiasmo.

4. Você precisa de um certificado/ uma aprovação externa de que você é fluente

Conselho: Use os certificados para informar a sua jornada, não para defini-la.

Fluência não é um pedaço de papel solto, nem mesmo a aprovação dos seus amigos ou colegas de trabalho. Você é o único que pode dizer se é ou não fluente. Se você precisa de confirmações externas acerca do seu próprio nível de fluência, você provavelmente não está confiante, não desenvolveu clareza e coragem para aceitar e estar de acordo com o seu nível.

Receber um pedaço de papel mostrando que você sabe fazer uma prova não irá corrigir o problema. Só mesmo o uso real da língua, bem como o contato com a cultura, podem te dar a sensação de pertencimento (i.e. fluência) à língua que você está usando.

Estes testes são ótimos e úteis para gerar certa integridade ao processo de nivelamento técnico em dadas áreas. No entanto, ele não pode ser confundido com as ferramentas que te guiarão para o seu próprio senso pessoal de onde você se encontra e qual o caminho que você ainda tem que percorrer.

Testes fazem com que as pessoas fiquem com uma sensação de confiança falsa sobre seu nível de inglês. Muitas vezes estas mesmas pessoas não sabem se comunicar espontaneamente em situações culturais reais que requerem uma perspectiva que se distancia bastante dos tais testes de nivelamento.

5. Você precisa pensar em inglês para tornar-se fluente

Conselho: Construir os ingredientes para o pensamento fluente inglês.

As pessoas geralmente falam que a chave para a fluência é pensar em inglês. Isso é verdade para estudantes de nível avançado, no entanto, para aqueles de nível intermediário e básico é geralmente um mito.

Isso significa que as pessoas estão confundindo o efeito da fluência (pensar em inglês) com o processo em si (construir a estrutura necessária para que se torne possível pensar em inglês).

Você tem que aprender a andar para depois poder correr. Primeiro é preciso aprender, adquirir e/ou absorver a fundação que te permite pensar em inglês, para só então considerá-la como uma opção. Este mito é propagado por:

  1. Pessoas fluentes que não possuem um bom entendimento do processo e se esquecem de como é ser um iniciante. Porque elas “pensam” em inglês para falar bem, elas presumem que os iniciantes têm a mesma capacidade.
  2. Pessoas que percebem essa frustração daqueles fluentes e conhecem pouco sobre o processo de aprendizagem. Elas presumem que essa é uma verdade universal. Se for dito por um fluente, deve ser verdade para os iniciantes também.

Enquanto que falantes avançados precisam mesmo pensar em inglês para que seus conhecimentos na língua fluam, iniciantes ainda não possuem a mesma estrutura.

Dito isso existe, no entanto, uma exceção possível para este mito. Essa exceção pode ter um papel pequeno na propagação do mesmo.

No entanto, como tal exceção é muito pouco conhecida e raramente usada (é usada somente por aqueles aprendizes que têm realmente um dom), ela não descarta o mito de “pensar em inglês”. Sem irmos a fundo agora, essa estratégia dinâmica tem mais a ver com aprender em pequenas partes, através de imitações e repetições. Esse tópico é muito interessante e o discutiremos em outro artigo.

6. Você entende a todos quando é fluente

Conselho: Não se sinta mal quando você não entende, procure expor-se a cada vez mais diversas fontes de áudio em inglês nativo

Novamente, fluência não é a terra perfeita da comunicação e compreensão. Não espere entender tudo, não leve para o lado pessoal quando não entender e não acredite naqueles que dizem entender tudo. Até mesmo os nativos da língua não se entendem de vez em quando.

Estudantes avançados de inglês se sentem mal com frequência quando estão em um grupo e não compreendem o que foi dito. Também se sentem mal quando não entendem a letra de uma música. Reconheça que isso acontece com TODOS!

Àqueles estudantes intermediários, eles geralmente sentem que estão muito longe de atingir a fluência, uma vez que não entendem bem. Se o seu nível é intermediário, entenda que você não está tão longe quanto pensa. Se você criar o estilo de vida de contato diário, se tiver uma estrutura de vocabulário e gramatical, é só uma questão de condicionar seus ouvidos a novos sons.

Enquanto que é verdade que “quanto mais fluente você é, melhor você vai conseguir lidar com todo tipo de situação” (o que melhora gradualmente de acordo com o seu contato com nativos da língua), muitas dessas situações NÃO SÃO DE SUA RESPONSABILIDADE.

Dependendo da situação, você não será capaz de entender não importa o seu nível. Pode acontecer por diversos motivos: sotaque diferente, novo contexto social e profissional (com vocabulário específico), uma cidade nova ou qualquer situação em que você precisa construir um contexto para que faça sentido.

Além disso, às vezes as pessoas murmuram, falam rápido demais ou são simplesmente ininteligíveis em sua própria língua (pense nessas pessoas em sua própria língua nativa). Relaxe e saiba que você sempre vai ter que enfrentar situações em que não vai entender o que está sendo dito. Não entre em pânico. Faz parte do processo e, quanto mais você constrói a fluência e mantém contato com uma variedade grande de fontes nativas, mais fácil será aprimorar a língua.

Você está sempre aprendendo, então simplesmente relaxe e comece a construir um contato diário com a língua através do estilo de vida em inglês (rádios online, podcasts, seriados). Você ficará surpreso com a rapidez em que suas habilidades de compreensão irão melhorar. Até mesmo na fala, em uma dimensão diferente, vai melhorar com somente uma hora diária de exposição à linguagem nativa.

7. Ou Você é fluente ou não é 

Conselho: Reconheça sua jornada para à fluência como um processo contínuo num espectro de habilidade comunicativa.

Muitas pessoas falam sobre fluência de uma maneira bem simplificada, ou é 8 ou 80. Tal maneira não contempla a experiência dinâmica e ambígua da fluência como sendo uma variedade de níveis de comunicação. Eu, como um nativo da língua inglesa, que já conversei com milhares de pessoas de todos os níveis, continuo me surpreendendo com a enorme diferença entre a minha percepção de fluência (a saber: comunicação significativa e natural) e a percepção das pessoas que estão aprendendo.

A Fluência Surge e Cresce de Forma Contínua

A verdade é que, do minuto em que a fluência começa a surgir até o ponto em que a proficiência já está muito avançada, existe uma área turbulenta considerável. A maioria das pessoas, incluindo aquelas bem sucedidas em aprender línguas, nem percebem a existência desta área cinzenta. Não é algo fácil de explicar àqueles que não estão nela neste momento como é, também, confuso para os mesmos. Isso acontece porque você está sujeito a um milhão de mitos de pessoas que não sabem do que estão falando; estão somente repetindo o que lhes foi dito.

Sua Experiência de Fluência é Única e Pessoal

Sua experiência é uma combinação única que envolve os seus talentos de aprendizado de línguas, suas habilidades e experiências e a sua coragem para entender tudo isso em seus próprios termos. Aqui está uma perspectiva saudável sobre a fluência em que o processo de cada aluno é levado em consideração:

Fluência Consiste em um Panorama de Habilidades Irregulares (e não Concretas)

Passado o nível intermediário, você começa a obter momentos de fluência. Dias bons, horas em que você se comunica (com dificuldade), e outras em que desce um nível. Com esforço contínuo, paciência e contato consistente com a língua, os bons momentos acontecerão mais e mais – e com mais naturalidade.

O que antes era difícil e estressante agora começa a ser, em grande parte das vezes, mais natural e quase inconsciente. No entanto, você percebe que ainda tem problemas que precisam ser solucionados. Em minha opinião, este estado pode ser chamado de fluência.

Fluência é como Um Bebê Crescendo (porém mais rápido)

Sua fluência vai surgir pouco a pouco, quase como o processo de crescimento de um bebê. Não há um ponto mensurável de transição entre o recém-nascido, a criança, o adolescente e o adulto. Da mesma forma que acontece com a fluência, que consiste em um processo gradual, e que deve ser levado em conta desde seu início.

Uma diferença importante, no entanto, é que aprender uma língua é, de um lado, um processo gradual, e de outro, se consolida nas melhoras expressivas e nas rupturas bruscas, advindas de um esforço acumulado. Esse aprendizado requer paciência, uma vez que, muitas vezes, você não percebe sua melhora imediatamente. Também requer autoconsciência de forma a fazer com que você não fique estagnado.

8. Fluência é permanente/ é um chip no seu cérebro

Conselho: Use-o ou perca-o

Este mito é propagado, geralmente, por pessoas que atingiram a fluência através de métodos convencionais e acadêmicos. Elas não perceberam que viver sem o inglês no dia-a-dia as levaria a uma atrofia natural da fluência. A fluência dessas pessoas se sustenta por uma teoria precária, em que faltam estruturas enraizadas em uma conexão pessoal com a cultura, que é o que dá vida (e durabilidade) à linguagem.

Pessoas gastam MUITO tempo, dinheiro e energia estudando inglês, fazendo intercâmbio, tentando importar a língua para dentro de seus cérebros como se fosse um corpo estranho. Elas deixam, dessa forma, de criar um contexto que sustentaria por completo o aprendizado para a vida toda. A ideia é a de que fluência não é algo que se pode importar, e sim que ela é algo que deve nascer dentro de você, na forma de um desejo autêntico, para que você viva ATRAVÉS dela.

Fluência Permanente Demanda Hábitos Permanentes

Geralmente, eu comparo o estudo de línguas com o estudo da medicina, em que se estuda por anos e anos para tornar-se médico, aprende-se toda a teoria e se gradua, mas não exercita o que foi ensinado. E então? Rápida ou gradualmente, dependendo da profundidade em que as raízes foram plantadas, ele/a esquecerá o que aprendeu. A não ser que você tenha um talento particular para o aprendizado de línguas, você terá que criar uma estrutura que o sustentará no seu processo contínuo de aprendizagem.

Aprenda a Desfrutar do Processo

Aprenda a apreciar o processo da jornada para a fluência. Você tem que instalar não só o chip no seu cérebro, mas também o programa em sua vida. Se você parar de usá-lo, você desaprende a manuseá-lo.

Por esta razão que aprender o lado social/coloquial da língua é tão importante mas é, ao mesmo tempo, frequentemente ignorado por muitos programas. As pessoas que têm uma ideia estritamente profissional acerca da fluência em inglês veem o lado coloquial da língua como sendo sua parte impura.

O Real Life English enxerga este lado da língua como sendo a parte realmente divertida, porque é desta forma que você se conecta com a vida e a cultura da Língua Inglesa.  É desta forma que você demonstra suas qualidades humanas. Não estamos negando a importância do inglês profissional, mas se é só nele que você está focado, você está tomando uma perspectiva muito parcial. O estilo de vida em inglês abarca todos os aspectos da língua inglesa e, mais importante, aqueles que fascinam a sua imaginação!

Chamada Para Ação

Considere seu próprio processo para atingir a fluência em inglês. Aonde você se encontra e para onde você está indo? O que você já aprendeu? Quais mitos você havia aceitado, mas que não mais fazem sentido no processo?

O que você pode desaprender de forma a criar novas perspectivas no aprendizado de línguas? Lembre-se que, em todas as partes, existem pessoas com diferentes ideias sobre fluência em Inglês. A maioria dessas ideias vem de pessoas que nunca aprenderam outra língua. Pense de forma crítica sobre isso e reconheça o que é válido para o seu processo.

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Adoraríamos saber sua opinião nos comentários abaixo. Na próxima semana teremos o sétimo e o oitavo mito discutido no último artigo dessa série. Aqui segue uma revisão principal acerca dos primeiros seis, e uma prévia do artigo da semana que vem. Cuidem-se!

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  • CcClaudia Angélica Alves says:

    I need to practice my English.I love this idea, but I need to talk more with someone who knows the language perfectly.Can you help me?

  • hey very nice this post I read this post with too much pleasure, very usefull.

    • Justin says:

      That’s awesome! thank you for your nice words, Gilson!

  • Agatha Porcel says:

    Great!

  • Márcia Regina says:

    Adoro o tema sobre fluência. Acho muito imaturo quando alguém acha que ser fluente é falar como um americano ou inglês. O inglês é uma língua universal e não unicamente destes. Agora, se é um desejo particular querer falar como um americano, aí já é outra história.
    Fluência é algo sutil, seguro, habilidade de fazer entender. (Imitar uma cantiga é desejo particular).
    Precisa de muita segurança para que você acredite no seu potencial e ponha em prática tudo que sabe, e a fluência virá espontaneamente. (Isso não quer dizer que nunca poderá errar)